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São Paulo - SP, 1967

Vive e trabalha no Rio de Janeiro

 

Vicente de Mello formou-se em Comunicação Social pela Universidade Estácio de Sá e especializou-se em História da Arte e Arquitetura no Brasil, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC/RJ. 

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Trabalhou no Departamento de Fotografia do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM-RJ, de 1989 à 1998. 

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Têm sua pesquisa fotográfica, apresentada desde 1992, com a criação de séries.

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Em 2002 foi curador da exposição Fotograma Invisível, na Galeria Antonio Berni, no Rio de Janeiro, apresentando os fotógrafos Alex Lima, Bernardo Pinheiro, Dani Dacorso e Gabriel Jauregui.

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Em 2006 publicou o livro Áspera Imagem, editado pela Aeroplano, edição que acompanhou a exposição itinerante  moiré.galáctica.bestiário / Vicente de Mello – Photographies 1995-2006 , apresentada na Oi Futuro, Rio de Janeiro e na MEP - Maison Européenne de la Photographie, Paris / França, com curadoria de Jean-Luc Monterroso, diretor da Maison Européenne de la Photographie, e Alberto Saraiva, curador do Oi Futuro.

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Em 2007, foi ganhador do Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) de melhor exposição de fotografia do ano em São Paulo, na Pinacoteca do Estado com a mostra moiré.galáctica.bestiário / Vicente de Mello – Photographies 1995-2006.

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Em 2010 foi convidado pela editora Cosac Naify,  a realiza  ensaio fotográfico exclusivo para o livro Maria, sobre a obra da escultora Maria Martins, organizado pelo editor Charles Cosac e por Dawn Ades, professora de teoria e historia da arte na Universidade de Essex, Inglaterra.

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Em 2012, foi o primeiro brasileiro a ser convidado a participar da residência de artista no Espace Photographie Contretype, em Bruxelas, Bélgica. Apresentou a série Silent City, resultado desta residência, em maio de 2013, nas galerias da Contretype e no livro Bruxelles à l' infini.

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Em 2013, as fotografias da série Brasília Utopia Lírica, foram exibidas no segundo semestre, no Paço Imperial do Rio de Janeiro, itinerando para o Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília, em 2015.

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Em 2014, lançou o segundo livro sobre a sua obra - Parallaxis, pela Editora Cosac Naify com apresentação de Jean-Luc Monterosso, diretor da MEP - Paris.

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Editou o livro objeto O Cinematógrafo,  através do  prêmio Livro de artista da Secretaria Estadual  de Cultura do Estado de São Paulo.

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Em 2013 foi apontado no livro Fotografia na arte brasileira século XXI, editado pela Cobogó - Rio de Janeiro/ Credit Suisse, São Paulo.

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Sua instalação Death Valley, foi apresentada nas Cavalariças do Parque Lage, Rio de Janeiro, na exposição Deserto do Céu , em parceria com Tomás Ribas, com curadoria de Frederico Coelho.

Em 2015 foi ganhador do Prêmio Centro Cultural Banco do Brasil Contemporâneo, apresentando a instalação Ultramarino.

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Em setembro de 2016, convidado como artista curador, concebeu  a mostra Indelével, coletiva com Iole de Freitas, Janaina Tschape , Maria Laet , Lenora de Barros e Virginia de Medeiros, no Jacaranda, Villa Aymores , Rio de Janeiro.

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É  integrante do coletivo de artistas - Arte Clube Jacaranda - criado por Carlos Vergara e Raul Mourão.

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Realiza para o SESC São Paulo / unidade 24 de maio, projeto do arquiteto Paulo Mendes da Rocha, o painel de azulejos Pli selon pli.

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Expôs e pertence aos acervos das seguintes instituições:

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Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro;

Espace Photographie Contretype, Bruxelas, Bélgica;

Fondation Cartier pour l´art contemporain, Paris, França;

Fundação DAROS, Zurique, Suíça;

Itaú Cultural, São Paulo;

Maison Européenne de la Photographie, Paris, França;

MALBA, Buenos Aires, Argentina;

Museu de Arte Contemporânea de São Paulo - MAC / USP;

Museu de Arte de São Paulo - MASP - Coleção Pirelli;

Museu de Arte Moderna Aluísio Magalhães, Recife;

Museu de Arte Moderna de Brasília;

Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro;

Pinacoteca do Estado de São Paulo;

Coleção Gilberto Chateaubriand/MAM - RJ;

Coleção Joaquim Paiva, Rio de Janeiro;

Coleção José Olympio Pereira, São Paulo;

Coleção José Roberto de Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto;

Coleção Lhoist, Bruxelas, Bélgica;

SESC, São Paulo.

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